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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

MI BUENOS AIRES QUERIDO! O Mundo Baleias em Terra Portenha – Encantamento Coral por essa Cidade Sensacional. Por Matheus Tonello, o 1º Baleias de Cascavel.

Caro Universo Baleias.

Há aqueles que não podem imaginar o mundo sem pássaros;
Há aqueles que não podem imaginar o mundo sem água;
Ao que me refere, sou incapaz de imaginar um mundo sem corridas*.
(Jorge Luis Borges - * do original livros)

Correr uma meia maratona na Argentina era um desejo antigo dos amigos Baleias Chico e Luiz. Comprei a ideia de imediato, pois sempre tive uma vontade imensa de conhecer a capital portenha. 

Não fizemos um comboio Baleias, como seria de costume; alguns aproveitaram as milhas para viajar e outros optaram por voos partindo de Puerto Iguazú, pois como moramos perto da Argentina, foi uma opção mais barata.

Os Baleias foram chegando ao longo da quinta-feira, com Chico e Dani chegando mais cedo, eu, Carol, meus pais e o belo casal Sandro e Angélica no meio da tarde. 
Na primeira noite, Chico, Dani, eu, Carol, Sandro, Angelica e meus pais fomos em Porto Madero para jantar. Jantamos no restaurante La Cabaña e lá deixamos um rim para pagar a conta. Comida muito boa, com carnes de um corte argentino típico e vinhos de excelente qualidade.
Após o jantar voltamos ao hotel, onde esperamos pela chegada de Luiz, Andreia, Luizinho e Dudu por volta da uma da manhã. Descobri nesse momento que Marianne (a Baleia voadora) e seu marido Eduardo já estavam há uma semana curtindo as maravilhas de Buenos Aires; mas estavam em outro hotel.

Já na Sexta-Feira optamos pelo City Tour, em dia nublado num ônibus descoberto – êta Baleias atrapalhadas!
 Chico e Dani
 Carol e Matheus
 Andreia e Dudu
Primeiro passamos pela Casa Rosada, belíssimo cartão postal.
O city tour ainda passou por bairros tradicionais do centro de Buenos Aires até chegar no famoso bairro de Boca, onde fica o tradicional estádio La Bombonera.
Perto de La Bombonera, um lugar pitoresco e autoexplicativo. 
Depois fomos ao Caminito, também no centro, onde encontramos muitos souveniers e vários prédios históricos.
A partir daí acabou o passeio, pois começou a chover e pouco mais se podia ver. Inclusive para pegarmos o ônibus de volta, tivemos que ficar meia hora na chuva. Baleias com medo d’água!
No final da tarde, eu, Deia, Luiz e Dudu fomos a expo da Meia Maratona para retirarmos o kit. Muito legal, muitos produtos (muito caros) e um detalhe legal, havia a possibilidade de colocar o nome na camiseta da prova. Muito bacana.

O sábado foi dia de compras e outros passeios, como cemitério da Recoletta e sua feirinha em frente e acabamos por caminhar bastante, o que derrubou geral a galera no dia da corrida. 
O dia da prova começou as 5:30 da manhã com um café bem animado no hotel, como facilmente se percebe.

Depois seguimos de taxi até o local da largada. Esse é um dos pontos fracos da prova, pois o local de largada é muito distante de tudo e o acesso pra largada/chegada é muito difícil no dia da corrida, tem que ser feito de taxi e saindo muito cedo. A pé, nem pensar!
 
Chegamos lá e antes mesmo de nos aquecermos, já fomos interpelados por um corredor brasileiro de Minas Gerais, que não mais nos largou pois Baleias chamam atenção por onde passam.

A corrida foi bem interessante, passa por lugares turísticos da cidade, como Casa Rosada e Obelisco, corremos por largas avenidas e é uma prova relativamente plana, para os padrões da América do Sul, é um tapete! 

A temperatura agradável facilita recordes pessoais, mas eu pessoalmente não fui bem. Não sei se foram os Bifes de Chorizos, ou o vinho, ou bater perna todos os dias ou porque não treinei suficiente, não sei, mas acabei “quebrando” no Km 16 e finalizei a prova em um tempo acima do esperado.

Mas não importa, o importante foi a confraternização, o carinho mútuo, o Dudu gritando na chegada, os amigos se encontrando e se encontrando enquanto amigos: foi o mais importante.
 Eu e meu pai.
Andreia próxima à chegada.
Depois da corrida, fomos à Feira de San Telmo, onde além de muita quinquilharia tive a oportunidade de fazer uma foto com a pequena-grande Mafalda, que se fosse de carne e osso, com certeza seria uma Baleia de alma!
À noite fomos fazer a despedida  e comer pela última vez nessa viagem o bife de chorizo tipicamente argentino. Nessa despedida estavam Marianne, Eduardo o esposo, Dudu o mito, Luizinho, Luiz, Andreia Deia, Matheus, Carol a esposa, Dani e Chico o marido. 

E foi nesse dia que surgiu o projeto de fazermos tudo, tudo novamente. 

Projeto que está a caminho de se realizar, juntamente com todo o Universo Baleias. 

Porque um Baleia é pouco, dois Baleias ainda é muito pouco, dez Baleias é bom, mas  um Bando Baleias é muito melhor. 

Que venha SANTIAGO 2013!

Abraço a todos. 

Matheus Tonello, de Cascavel, no Paraná!